CARICATURAS AO VIVO EM FESTAS OU EVENTOS PARTICULARES, PROMOCIONAIS OU CORPORATIVOS

CARICATURAS AO VIVO EM FESTAS OU EVENTOS PARTICULARES, PROMOCIONAIS OU CORPORATIVOS
Procedimento: Após a contratação do serviço, o cliente deve efetuar o depósito referente a 50% (agendamento) do valor acordado pelas partes, na seguinte conta: JOAO CARLOS MATIAS DO NASCIMENTO Banco: CAIXA Agência: 3825 Local: ARMAÇÃO DOS BÚZIOS/RJ Conta: 013 00006663-5 " E ENVIAR O COMPROVANTE PARA O E-MAIL: cartunistacarioca@hotmail.com O valor restante (50%) deverá ser pago em "CASH" na apresentação/entrega do serviço. Caso seja evento de CARICATURAS AO VIVO, os 50% referente à entrega do serviço deverá ser pago "NA CHEGADA CHEGADA AO EVENTO", uma vez que, por conta de experiências anteriores, alguns clientes pagavam em cheque ou pelo fato de eu ter que esperar o final do evento para receber e os contratantes excediam o tempo limite de 04hs. PARA EVENTOS EM OUTROS MUNICÍPIOS/ESTADOS: Caberá ao contratante o pagamento referente ao deslocamento, alimentação e estadia (valores inclusos nos 50% do agendamento).

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ATELLIER SORRIALENGO


Onde até estudantes de belas artes podem aprender algumas coisas.

PAPEL MACHÊ


Oi pessoal, vou passar para vocês agora duas receitas de papel machê, uma que leva papel higiênico e outra que leva jornal. Qualquer uma das duas funciona, faça a que você achar mais conveniente. Com o papel machê dá para fazer variadas esculturas, vasilhames, máscaras e uma infinidade de coisas, é só ir experimentando.
Receita 1
Material necessário: 1/4 de rolo de papel higiênico; farinha de trigo; gesso em partes iguais a da farinha de trigo e cola branca.
Etapas:
1 – Corte o papel em pedaços bem pequenos e deixe-os de molho em bastante água durante a noite; Ferva-os na mesma água, durante uma hora. Para obter melhor qualidade no trabalho, é importante que o papel fique completamente desmanchado;2 – Em seguida coe o papel num pano, até tirar toda a água. Coe de cada vez quantidades que você possa espremer facilmente com as mãos e não misture esses “bolos” entre si;3 – Depois de espremido todo o papel, acrescente o gesso e a farinha de trigo, previamente misturados. A proporção para a massa é de uma colher de sopa cheia da mistura farinha-gesso e uma colher de sopa de cola fria, para cada “bolo” de papel;4 – Amasse bem, até obter uma pasta homogênea. Se estiver muito seca pode esfarinhar. Neste caso, acrescente água aos pouquinhos, até obter o ponto em possa trabalhar a massa. Se a água começar a escorrer entre os dedos, é porque você colocou quantidade excessiva. Neste caso, acrescente um pouco mais de gesso.
Obs: Não prepare quantidade maior de massa do que aquela que você pretende usar, pois uma vez seco o gesso, não será possível aproveitar a massa. Se desejar fazer escultura com esse material, não use gesso, ao preparar a mistura. Faça-a apenas com o papel, farinha e cola fria, na proporção indicada anteriormente.
Receita 2
Material necessário: jornais; cola fria e um recipiente.
Etapas:
1 – Rasgue o jornal em pedaços não muito grandes e coloque-os em um recipiente;2 – Despeje sobre eles água e deixe o papel amolecendo por 24 horas (ou, no mínimo, por 10 a 12 horas). Acrescente um pouco de água sanitária para tirar o mal cheiro;3 – Esprema a massa para tirar o excesso de água e bata no liquidificador;4 – Recoloque as bolas formadas no recipiente, adicione a cola e forme uma massa, de preferência, compacta; trabalhe-a bem com as mãos e ela está pronta para ser usada.
Obs: Se você quiser pode passar um verniz para dar brilho na peça e também para impermeabilizá-la.

COMO FAZER CARICATURA ( 1 )








Durante algum tempo imaginei que a maioria dos cartunistas faziam caricaturas da mesma forma, estudando a imagem. Aí o tempo foi passando e os caricaturistas surgindo aos montes. Eu então fui procurar saber qual era a "técnica" utilizada por alguns dos "artistas" e encontrei uma das "técnicas".

Apesar de não gostar, entendo que em um mundo tão globalizado como o nosso, essas "técnicas" não devam ser privilégio apenas para alguns. Assim sendo, vou mostrar o passo-a-passo dessa "técnica" de photomanipulação, onde qualquer pessoa, mesmo não sendo cartunista vai fazer uma caricatura.

Primeiro você entra no site http://www.baixaki.com.br/ e faça o download do antigo Photo Toolkit, hoje conhecido como Photo! Editor 1.1 http://www.baixaki.com.br/download/photo-editor.htm

O programa aparecerá como peditorinst.exe e tem 7,78MB. Aconselho salvá-lo em seus arquivos de programas, no drive C: do seu computador. Feito isso, clique em abrir pasta dê dois cliques sobre o ícone do programa e clique em executar. Em seguida clique em next, marque a opção I accept the agreement e logo após next e repita os cliques em next até aparecer uma tela onde você irá clicar na opção Install. Após isso irá aparecer uma janela com a tecla Finish e o procedimento para ainstalação será concluído.

Quando o programa abrir irá aparecer a imagem exibida na ilustração nº 1.
Em seguida, clique em File, depois Open e escolha a imagem a ser distorcida em suas pastas. Sugiro que sejam imagens em alta resolução. O site http://www.flickr.com/ é uma boa alternativa para encontrar personalidades. No caso de fotos pessoais ou de amigos é só fazer umas fotos com resolução alta e aplicar o mesmo desenvolvimento.
No meu caso, para ilustrar esse post, utilizei uma imagem em preto e branco do Pelé que eu capturei do Flickr, exibido na segunda ilustração nº 2.
Após esse procedimento clique na opção Caricature e abrirá uma janela, como na ilustração nº 3 . E aí você escolherá o tamanho do círculo com o qual você irá distorcer as áreas ( quanto menor for o círculo, melhor será para deslocar os pixels nas áreas menores ), como na ilustração nº 4.
Quando você acreditar que a distorção já está bacana, basta clicar em OK e aparecerá a tela da ilustração nº 5 e aí basta você clicar na opção Lighting, que aparecerá uma janela com várias opções de iluminação como na ilustração nº 6. Você então irá escolher a opção desejada, como na ilustração nº 7 ( eu escolhi um tom de sépia para dar um ar de foto envelhecida ) e em seguida cliquei em OK, como mostra a ilustração nº 8. E aí é só salvar a proposta e, se você tiver técnicas de pintura ou desenho é só reproduzir a imagem e se não for, pelo menos vai poder fazer como muitos cartunistas que se utilizam desse artifício.

Como alguns " cartunistas " dizem por aí: _ Mas o computador é uma ferramenta! Então... aguenta.

Agora, se vocês querem ver distorção digital, caricatura de qualidade e sem "técnicas" como essa, basta acessar o site http://www.manohead.com/

Abraços

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

GIL




Gilberto José Ferreira, ou simplesmente Gil, o primeiro ilustrador brasileiro a ter um trabalho selecionado, para ser publicado , pela mais importante associação de ilustradores do mundo: a SOCIETY OF ILLUSTRATORS OF NEW YORK. Atua no mercado a mais 20 anos, se dedicando a desenvolver uma abordagem satírica, que enfatiza a cor e texturas usados na caricatura, ilustração e esculturas, para serem "saboreadas" . Publicando seus trabalhos ao longo desses anos em diversos jornais e revistas, como Revista CHC (Ciência Hoje das Crianças), Revista Seleções, o JORNAL DO BRASIL, jornal O GLOBO, jornal O FLUMINENSE, Caderno Jovem (JORNAL DO BRASIL), jornal O DIA , revista INTERVIEW, Revista Fatos (Bloch Editores),revista da SHELL, revista Domingo (JORNAL DO BRASIL), INTERNET.BR e muito mais.
Essa fera de fala mansa e talento incontestável é mais uma das minhas referências nno mundo do desenho de humor e das ilustrações.

Vale à pena vocês conhecerem mais trabalhos deles e também adquirí-los, bastando entrar em contato com o Gil através das informações em seu blog http://gilcartunista.blogspot.com/

Eu recomendo!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Aylton THOMAZ, adeus!


Somos realmente uma classe desunida. Soube através do mestre Zé Graúna - para quem não sabe, o Zé foi o grande responsável pela minha capacitação técnica como ilustrador, pela minha participação nos salões de humor e pelo meu desenvolvimento como cartunista - que o querido Aylton Thomaz havia falecido. Eu conheci o Aylton primeiramente através de seus livros editados pela Ediouro, onde ele ensinava a desenhar figuras comicas e bichos. Posteriormente, cheguei a conversar com ele lá em frente ao metrô do Largo da Carioca, onde ele expunha seus quadros e os vendia.
O fato mais impressionante é que o Aylton faleceu em fevereiro e mesmo sendo o querido Zé Graúna extremamente antenado e bem informado, só ficou sabendo da notícia no mês passado, devido a falta de informações sobre o fato na mídia.
A mesma mídia que é capaz de divulgar que o Ziraldo mudou de colete é incapaz de divulgar "decentemente" a morte de um artista que tanto contribuiu para o surgimento de tantos outros artistas, assim como o Ziraldo.
As pessoas mais velhas dizem o seguinte: _ Só se sente o que se perde, depois de perdido.
É lamentável que seja dessa maneira.
Artistas como o Aylton, o Mendez e tantos outros, que morrem sem receber o mínimo de reverência, fazem e farão muita falta, nesse universo cada vez mais distorcido.

Acima uma foto dos mestres Zé Graúna e Aylton Thomaz.

Zé, antes que você morra sem ninguém saber, saibas que tu és importante demais para mim.

Aos mestres, com carinho.
Mattias

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Flávio ROSSI


Dia desses eu estava conversando com o companheiro de projetos Ray Costa sobre as minhas referências nacionais em caricaturas. No Brasil: Ique, Cárcamo, Gil, Ulisses, Dálcio, Carlus, Mário Alberto, Fernandes, Spett, Brito e Rossi são os que mais me identifico nos variados aspectos de suas propostas. Antes, eu ficava meio chateado quando as pessoas diziam: _ Teu trabalho está parecido com o de "fulano de tal". Hoje, não sei ao certo, se por acreditar em outras questões, fico feliz - e muito - quando comparam meus trabalhos aos dos meus ídolos. Espero qualquer dia alguém dizer que meus trabalhos estão parecidos com os de Rembrandt Harmenszoon van Rijn. Risos
Enquanto isso não acontece, vou compartilhando com vocês artistas que como o Jr. Lopes ( do post anterior ) me acrescentam muito.
Hoje, irei compartilhar com vocês uma entrevista que fiz para publicá-la na coluna "Ratos de Salão", mas devido aos problemas técnicos do portal isso não foi possível. O artista em questão é Flávio Rossi, um dos "papa-salões" que especialmente na categoria caricatura, durante o início da década corrente fez sucesso nos principais salões de humor no Brasil e no exterior.
Nessas viagens e nos papos de bastidores, muitas conversas tem algum fundamento e outras nem tanto. Eu, como fã que sou do Rossi, tentei ser o mais transparente possível nas perguntas e ele, gentil como sempre, respondeu todas. Por saber que muitos cartunistas também se espelharam e se espelham no trabalho do Rossi, compartilho aqui no blog a entrevista que fiz com ele, nos trechos à seguir:

Rossi,
Infelizmente, para mim e muitos amigos do Brasil e do mundo todo você nos deixou órfão no mundo do humor gráfico. De qualquer forma, acompanho teus trabalhos no campo das artes plásticas. Só que, como respiro desenho de humor, sou responsável por uma coluna entitulada RATOS DE SALÃO, que fica no site www.brazilcartoon.com http://www.brazilcartoon.com/ que aborda bastidores e assuntos sobre esse universo que você conheçe tão bem, gostaria de promover uma entrevista contigo.

Conversei com algumas pessoas, principalmente sobre informações ao teu respeito, já que você é um referencial para mim... E dentre alguns comentários ( que não sei se são verdadeiros ou não ), ouvi:
* Que o teu afastamento se deu devido à não premiação do teu Picasso no Salão de Piracicaba. * Que você se chateou devido ao fato de terem roubado o Picasso * Que você havia se desentendido com algumas estrela do universo do Humor Gráfico, como Dálcio e Paffaro e perdeu o estímulo, dentre outras coisas.

Ouvi absolutamente tudo, mas fiquei intrigado. Surgiu então a oportunidade de eu fazer uma reportagem com qualquer cartunista que eu quizesse, para que a mesma fosse veiculada na revista BRAZILCARTOON e de pronto eu pensei em você. Seria uma forma de saber de você algumas questões e permitir aos teus inúmeros fãs matem um pouco das saudades de ti e do teu trabalho, que são referenciais para uma geração de novos cartunistas. Assim, queria deixar algumas perguntas para ti, de forma que, se puderes respondê-las, ficarei imensamente agradecido. Caso seja possível, gostaria que tu respondesses as seguintes questões:


1 - Dentro do Universo do Cartum, você conquistou diversos e importantes premiações nos principais salões do Brasil e em alguns do exterior. Você deixou de conquistar algum salão que quizesse? Qual? Por qual motivo?
Flávio Rossi: Com certeza, vários!Na verdade tenho alguns prêmios, mas o número de trabalhos enviados é muito maior.São muitos talentos pelo mundo.Mas não tenho nenhum especîfico que me lembre.O vício era Piracicaba.


2 - No Brasil, qual o salão de humor que você mais gostou de ser premiado? Por quê?
Flávio Rossi: Na verdade fiquei feliz com todos os prêmios mesmo.Agora mais importante profissionalmente com certeza foi o Salão Internacional de Piracicaba, foi quando conheci o Ziraldo e fui convidado para publicar no Pasquim21, quando realmente comecei a ilustrar várias revistas e ganhar um dinheirinho.Tem também o lado Ego, rs rs, era um prêmio muito difícil pois concorreu com todas as categorias do salão.


3 - Hoje, na sua avaliação, qual é o melhor Salão de Humor brasileiro? E o Pior?
Flávio Rossi: Acho que o Salão Carioca está crescendo muito e o Salão do Piauí também, mas tem outros nascendo por aí também, acho ótimo.Tem talento escondido por aí fazendo caricatura com giz de cera.


4 - Você já participou como jurado em alguns salões de humor, qual categoria que você considera a mais competitiva? Por qual motivo?
Flávio Rossi: Depende muito do salão.Normalmente a categoria caricatura.Explicar por quê, seria impossível, tenho minha intuição, acho que rola muito mais a paixão de desenhar , distorcer e pintar.Talvez antigamente tívessemos um posicionamento político e social mais unido e aí a charge era o forte.Mestre Henfil por exemplo.

5 - Como você vê a questão de plágio e similaridades que estão se tornando uma constante nos salões?
Flávio Rossi: Vejo isso como influência demasiada. Passei por isso , aprender a fazer um ótimo trabalho que não é o seu. Depois disso é preciso desconstruir as influências e encontrar realmente seu trabalho, sua impressão digital.


6 - A que você atribui, sendo o Brasil um evidenciador de talentos na área de humor gráfico, o surgimento de tão poucos nomes nos Salões de Humor em detrimento da manutenção constante daqueles nomes consagrados que já conquistaram seus espaços nos salões e na mídia?
Flávio Rossi: Acho que o Salão de Humor pode até descobrir novos talentos, agora se irão em frente ninguém sabe. O mercado é muito mais complicado que o Salão. Com certeza , apesar dos novos talentos aparecerem, não vi nenhuma grande revolução da nossa geração, ainda é uma deriva da anterior. Acho que por exemplo, representamos a era digital de alguma maneira e nem discutimos isso além da praticidade, ainda rola preconceito em salão com trabalho digital, talvez seja por existir pouquíssimos profissionais realmente qualificados para julgar uma obra digital. Entre outras coisas, influência quase plágio. Acho que deveríamos questionar mais nossa geração de cartunistas antes de ficar desejando a morte dos anteriores pensando em ocupar seu espaço, apesar que o Chico Caruso me contou uma história dessas na sua época de salão, he he he.


7 - Muitos cartunistas perguntam pelo cartunista Rossi. E a resposta, geralmente é a seguinte:
_ Ele foi para a elite.Virou artista plástico! Você vê uma diferença tão grande dàqueles trabalhos que fazia quando mandava para os Salões de Humor? À que você atribui essa colocação de "elite" feita por alguns cartunistas?
Flávio Rossi: Não sei qual o sentido dessa frase, mas quem falou com certeza nunca frequentou a categoria das artes plásticas, talvez o grande problema seja essa linha de raciocínio. Passei muito mais necessidade como artista plástico, fui despejado, esperava algum amigo me convidar pra comer, porque nem miojo tinha mais, só que essa história ninguém quis saber. Como também não sou do drama não vou ficar contando isso. É um campo artístico tão complexo quanto o da ilustração.

8 - Houve algum fato que o desmotivasse para que se afastasse desse universo chamado Salão de Humor? Se houve, qual foi?
Flávio Rossi: Acho que minha participação nos Salões venceu na minha cabeça pelo menos, dei minha contribuição e recebi minha contribuição. Fase maravilhosa da minha vida, fiz muitos amigos e ainda gosto muito, só não tive mais uma oportunidade de comparecer nos últimos.Volto a dizer, acho que isso é pessoal, Os reis dos Salões Dálcio e Cau Gomez mandam até hoje e isso de alguma maneira acrescenta na vida profissional que já existe, ou seja, os dois já publicam há muito tempo, já possuem uma história antes de mim, acho que o problema é depender de salão pra sobreviver como artista.

9 - Que sugestão você dá àqueles que participam de Salões de Humor, para que tenham tanto êxito como tu tivestes nesse universo?
Flávio Rossi: Faça o melhor que puder, enriqueça o trabalho, mude, e depois Reze!

10 - Que tipo de cautela você recomenda aos cartunistas que participam dos salões de humor?Flávio Rossi: Cuidado para não virar clone e esquecer de si mesmo e pense consigo: será que tenho conhecimento suficiente e talento pra fazer isso? Assim acho que fica mais fácil desenvolver o trabalho.

11 - Quais são teus planos para o futuro e onde teus fãs podem acompanhar teus trabalhos?
Flávio Rossi: Abrir um vinho e convidá-lo para conhecer meu ateliê amigo! Depois disso, quero deixar claro que não tenho problema com o Dálcio, pelo contrário eu amo o cara, é meu amigo há muito tempo, adimiro e torço pro talento dele explodir o mundo, o Páffaro também, desenhei muito junto com ele. Amo Piracicaba e sua turma, sem fofocas.

Estou como todos, buscando minha felicidade e liberdade profissional.

Quem estiver interessado: www.myspace.com/flaviorossi o site mesmo está em manutenção, mas em breve estará na ativa http://www.flaviorossi.com/

Para finalizar, deixe um recado para seus fãs:
Flávio Rossi: Fico feliz se pude trazer pelo menos uma pequena inspiração e vontade de trabalhar. Obrigado e sucesso pra todos nós! Abração!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Jr. LOPES


Falar de quem somos fãs é um tanto suspeito. Mas quando o trabalho do artista fala por si, as suspeitas deixam de ser argumentos, como no caso do Jr. Lopes.
Paraense de nascimento, cartunista e ilustrador premiadíssimo, gente boa pra caramba, se tornou "artista do mundo" e hoje tem uma legião de fãs, que como eu, tem o maior orgulho em compartilhar seus excepcionais trabalhos.

Eu recomendo!