
CARICATURAS AO VIVO EM FESTAS OU EVENTOS PARTICULARES, PROMOCIONAIS OU CORPORATIVOS
Procedimento: Após a contratação do serviço, o cliente deve efetuar o depósito referente a 50% (agendamento) do valor acordado pelas partes, na seguinte conta: JOAO CARLOS MATIAS DO NASCIMENTO Banco: CAIXA Agência: 3825 Local: ARMAÇÃO DOS BÚZIOS/RJ Conta: 013 00006663-5 " E ENVIAR O COMPROVANTE PARA O E-MAIL: cartunistacarioca@hotmail.com O valor restante (50%) deverá ser pago em "CASH" na apresentação/entrega do serviço. Caso seja evento de CARICATURAS AO VIVO, os 50% referente à entrega do serviço deverá ser pago "NA CHEGADA CHEGADA AO EVENTO", uma vez que, por conta de experiências anteriores, alguns clientes pagavam em cheque ou pelo fato de eu ter que esperar o final do evento para receber e os contratantes excediam o tempo limite de 04hs. PARA EVENTOS EM OUTROS MUNICÍPIOS/ESTADOS: Caberá ao contratante o pagamento referente ao deslocamento, alimentação e estadia (valores inclusos nos 50% do agendamento).
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
CARICATURAS PARA CONVITES
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Não basta fazer... "TEM QUE FAZER COM EXCELÊNCIA"
* Profissional com mais de 90 premiações nacionais e internacionais, conquistadas em inúmeros concursos do gênero.
* Trabalhos veiculados em centenas de jornais, revistas e catálogos, no Brasil e no exterior. Como: O Dia, Hoje em Dia, Lance. Billboard, TV Globo, Rede RECORD, CNT e muitos outros.
* Vários alunos premiados no Brasil e no exterior
"QUEM FAÇA, HÁ AOS MONTES"...
COM TÉCNICAS VARIADAS, RECONHECIMENTO E QUALIDADE DIFERENCIADA, SÃO POUCOS. MESMO!
ANTES DE CONTRATAR UM PROFISSIONAL, AVALIE O PORTIFÓLIO DELE, SOBRETUDO O DE CARICATURAS AO VIVO.
* Profissional com mais de 90 premiações nacionais e internacionais, conquistadas em inúmeros concursos do gênero.
* Trabalhos veiculados em centenas de jornais, revistas e catálogos, no Brasil e no exterior. Como: O Dia, Hoje em Dia, Lance. Billboard, TV Globo, Rede RECORD, CNT e muitos outros.
* Vários alunos premiados no Brasil e no exterior
"QUEM FAÇA, HÁ AOS MONTES"...
COM TÉCNICAS VARIADAS, RECONHECIMENTO E QUALIDADE DIFERENCIADA, SÃO POUCOS. MESMO!
ANTES DE CONTRATAR UM PROFISSIONAL, AVALIE O PORTIFÓLIO DELE, SOBRETUDO O DE CARICATURAS AO VIVO.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
2º SALÃO DINO DE HUMOR

Hoje será divulgada a lista com os nomes dos vencedores no 2º Salão Dino de Humor é uma iniciativa conjunta dos ilustradores Osvaldo DaCosta e Alexandre Barbosa junto com a designer Márcia Okida, aberta a todos os caricaturistas, cartunistas, desenhistas e artistas gráficos do litoral paulista com o objetivo de divulgar a arte do humor gráfico e a obra de artistas da região. Detalhes pelo e-mail salaodinodehumor@uol.com.br.
Precisamos de iniciativas parecidas aqui no Rio de Janeiro. Valorização das "pratas da casa".
Parabéns ao Dacosta e ao Bar, que entendem do assunto.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL...
Ronaldo Cunha Dias ( RS ), Mr. Ronald Libin ( Presidente da F.E.C.O. em 1998 ) e eu, na Bélgica ( 1998 ).Há algum tempo veiculei aqui no blog uma postagem onde eu abordava a indiferença promovida pelos salões - inclusive o Salão Carioca de Humor - em relação aos cartunistas do Rio de Janeiro. Os responsáveis por isso? Nós.
O Rio de Janeiro é a casa onde os milagres são feitos por santos de fora há muito tempo. Nos principais jornais, os cartunistas de outros estados sempre foram os principais ilustradores. Nos salões de humor, os pódios e os jantares promovidos após a cerimônia de premiação sempre são os cartunistas dos outros estados que tiveram suas cadeiras cativas.
Em 2007, quando estive no Salão Internacional de Piracicaba pude constatar no jantar promovido pelos organizadores, após a cerimônia de premiação, num hotel bacana dàquela cidade, que a grande maioria dos convidados presentes eram paulistanos. Tinham muitos cartunistas que sequer figuravam dentre os premiados daquele ano, mas estavam ali “como ilustres convidados”. Achei fenomenal.
E aqui no Rio de Janeiro, os jantares ou comemorações pós-premiação acontecem? Claro que sim! Mas e os nossos cartunistas, onde estão na hora da "festinha"? Provavelmente comendo um cachorro-quente numa das inúmeras barraquinhas espalhadas pelas esquinas cariocas ou tomando uma cervejinha, solitários em algum barzinho. Penso que, se acontecesse por aqui da mesma forma que acontece em Piracicaba, o desenvolvimento e a sensação de valorização seria outra. Não pelo jantar, que ninguém está faminto. Mas pela proposta da confraternização em si.
O Rio de Janeiro é a casa onde os milagres são feitos por santos de fora há muito tempo. Nos principais jornais, os cartunistas de outros estados sempre foram os principais ilustradores. Nos salões de humor, os pódios e os jantares promovidos após a cerimônia de premiação sempre são os cartunistas dos outros estados que tiveram suas cadeiras cativas.
Em 2007, quando estive no Salão Internacional de Piracicaba pude constatar no jantar promovido pelos organizadores, após a cerimônia de premiação, num hotel bacana dàquela cidade, que a grande maioria dos convidados presentes eram paulistanos. Tinham muitos cartunistas que sequer figuravam dentre os premiados daquele ano, mas estavam ali “como ilustres convidados”. Achei fenomenal.
E aqui no Rio de Janeiro, os jantares ou comemorações pós-premiação acontecem? Claro que sim! Mas e os nossos cartunistas, onde estão na hora da "festinha"? Provavelmente comendo um cachorro-quente numa das inúmeras barraquinhas espalhadas pelas esquinas cariocas ou tomando uma cervejinha, solitários em algum barzinho. Penso que, se acontecesse por aqui da mesma forma que acontece em Piracicaba, o desenvolvimento e a sensação de valorização seria outra. Não pelo jantar, que ninguém está faminto. Mas pela proposta da confraternização em si.
Se os organizadores podem fazer política com cartunistas de outros estados e promover a exposição dos mesmos, por qual motivo não agir da mesma forma em relação aos cartunistas daqui? É um caso a ser refletido.
Na década de 1990, o Rio de Janeiro esboçava algumas propostas voltadas para o fortalecimento do cartum carioca através de várias atividades, dentre elas a criação da Associação dos Cartunistas do Rio de Janeiro, que funcionava na sede da ARFOC ( Associação de Repórteres Fotográficos), na Cinelândia. Nàquele mesmo período, o cartunista Ferreth promovia na paradisíaca Ilha Grande, o encontro de cartunistas e a Mostra de Humor Ecológico, onde acontecia, efetivamente a festa do cartum carioca. Mostras coletivas, individuais, oficinas se espalhavam pelo Rio de Janeiro e proporcionáva-nos a troca de informações, a diversão e as conversas despretenciosas com os amigos. Infelizmente, por vaidade de uns e inveja de outros cartunistas que quiseram tomar a frente das propostas, os eventos deixaram de existir.
O tempo passou e hoje, o que percebemos é o comportamento cada vez mais individualista da nossa classe aqui no Rio de Janeiro.
Mas nem tudo está perdido. Existe a possibilidade de termos o Brasil filiado à F.E.C.O. ( Federation European Cartoonists Organization ). Uma proposta que não é nenhuma novidade. Quando estive na Bélgica em 1998, numa das reuniões que por lá aconteceram, o assunto proposto era a filiação do Brasil junto à FECO. O nome do Ronaldo Cunha Dias foi pautado, pelo próprio presidente da entidade ( Mr. Ronald Libin ) para representar a F.E.C.O. no Brasil. Infelizmente, outros cartunistas ( do Rio Grande do Sul ) que também viajaram conosco, disseram que o nome do Ziraldo seria o mais indicado para o cargo, “devido ao seu nome”. O que aconteceu depois dessa reunião? O tempo passou e hoje, depois de longos onze anos, a tentativa é retomada. Esspero que as negociações aconteçam sob uma atmosfera menos política e vaidosa como àquela de 1998. Para o bem do cartum brasileiro. O Rio de Janeiro tem muitos cartunistas que, apesar de não terem a naturalidade carioca, residem aqui e sempre se preocuparam com o fortalecimento do humor carioca, como: Guidacci ( AM ), Mayrink ( MG ), Ferreth ( RN ) e muitos outros. Além de cartunistas daqui como Zé Graúna, Ney Lima, Rê e muitos outros que são competentes e formadores de cartunistas.
Na década de 1990, o Rio de Janeiro esboçava algumas propostas voltadas para o fortalecimento do cartum carioca através de várias atividades, dentre elas a criação da Associação dos Cartunistas do Rio de Janeiro, que funcionava na sede da ARFOC ( Associação de Repórteres Fotográficos), na Cinelândia. Nàquele mesmo período, o cartunista Ferreth promovia na paradisíaca Ilha Grande, o encontro de cartunistas e a Mostra de Humor Ecológico, onde acontecia, efetivamente a festa do cartum carioca. Mostras coletivas, individuais, oficinas se espalhavam pelo Rio de Janeiro e proporcionáva-nos a troca de informações, a diversão e as conversas despretenciosas com os amigos. Infelizmente, por vaidade de uns e inveja de outros cartunistas que quiseram tomar a frente das propostas, os eventos deixaram de existir.
O tempo passou e hoje, o que percebemos é o comportamento cada vez mais individualista da nossa classe aqui no Rio de Janeiro.
Mas nem tudo está perdido. Existe a possibilidade de termos o Brasil filiado à F.E.C.O. ( Federation European Cartoonists Organization ). Uma proposta que não é nenhuma novidade. Quando estive na Bélgica em 1998, numa das reuniões que por lá aconteceram, o assunto proposto era a filiação do Brasil junto à FECO. O nome do Ronaldo Cunha Dias foi pautado, pelo próprio presidente da entidade ( Mr. Ronald Libin ) para representar a F.E.C.O. no Brasil. Infelizmente, outros cartunistas ( do Rio Grande do Sul ) que também viajaram conosco, disseram que o nome do Ziraldo seria o mais indicado para o cargo, “devido ao seu nome”. O que aconteceu depois dessa reunião? O tempo passou e hoje, depois de longos onze anos, a tentativa é retomada. Esspero que as negociações aconteçam sob uma atmosfera menos política e vaidosa como àquela de 1998. Para o bem do cartum brasileiro. O Rio de Janeiro tem muitos cartunistas que, apesar de não terem a naturalidade carioca, residem aqui e sempre se preocuparam com o fortalecimento do humor carioca, como: Guidacci ( AM ), Mayrink ( MG ), Ferreth ( RN ) e muitos outros. Além de cartunistas daqui como Zé Graúna, Ney Lima, Rê e muitos outros que são competentes e formadores de cartunistas.
Gente competente e comprometida com o cartum carioca é o que não falta aqui no Rio de Janeiro.
Já passou da hora de resgatarmos nossa identidade. Ou então ficaremos mais onze anos esperando uma nova oportunidade.
Como eu já disse em 2007, durante a cerimônia de premiação no Salão Carioca de Humor: _ Ver os outros se divertindo no quintal da nossa casa e ver os promotores da diversão não nos permitindo que nos divertamos também... cansa.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O CARTUM BRASILEIRO NÃO TEM GRAÇA ( ? )

Durante os século XVII e XVIII, alguns ingleses desenharam e venderam caricaturas, desenhos nos quais os desenhistas deformavam ou exageravam o cotidiano da burguesia.
Na França, Honoré Daumier, um artista conceituado - e hoje referência no mundo das belas artes - começou a fazer cartuns. Ele trabalhou durante muitos anos fazendo desenhos para jornais e revistas da França. Devido ao seu empenho, ele é considerado por muitos o "pai do cartum moderno".
A história do cartum tem uma data muito importante: 1841. Nesse ano uma revista inglesa chamada Punch começou a publicar cartuns com regularidade. As pessoas gostaram e a idéia seguiu adiante. Os cartuns começaram, então, a aparecer também em jornais, comentando e criticando os acontecimentos com muita rapidez. O cartoon surgiu no século XIX na Europa. Assim como a charge e a caricatura, a proposta surgiu com o intuito de ridicularizar comportamentos . Nos portos da Europa, alguns homens faziam piadas em “partes” sobre pequenos cartões . Daí o nome cartoon.
Aqui no Brasil, na década de 1960, o cartunista Ziraldo deu à proposta uma nova grafia, até hoje conhecida por todos como cartum. O Brasil é um dos maiores promotores de cartum no mundo. Santiago, Ronaldo, Érico, Fred, William, Arionauro, Edu Grosso, Dálcio, Jota A. e outros tantos cartunistas – com certeza mais de 100 ( cem ) nomes - sempre levam o nome do Brasil aos topos dos pódiuns nacionais ou internacionais. Um dia após a abertura do Salão Internacional de Humor de Piracicaba desse ano, na matéria publicada pelo Diário de Piracicaba sobre o evento, o cartunista Gual ( um dos organizadores do salão ) dizia que os cartunistas brasileiros não estavam mais fazendo àquele humor engraçado de antes. Concordo com ele... parcialmente. Na minha opinião, o fato dos cartunistas brasileiros não terem mais tanta graça é devido às propostas apresentadas pelos grandes salões de humor – inclusive o de Piracicaba – que também atribui premiações para cartuns non sense ou com nexo poítico. Que na verdade se enquadrariam muito mais na categoria charge do que propriamente em cartum e que fora do Brasil são mais conhecidos como gags ou political gags. Há algum tempo, os cartunistas mais premiados nos salões espalhados pelo mundo são: europeus, cubanos, árabes, asiáticos ... Oriundos de países que ainda enfrentam o autoritarismo, as repressões, as guerras e outras mazelas. O fato de arrebatarem premiações faz com que os demais concorrentes entendam que os mesmos tenham o domínio da linguagem. Mas é exatamente aí que está o equivoco. Há uma peculiaridade que, infelizmente, muitos cartunistas que julgam os trabalhos, assim como aqueles que concorrem deixam de levar em conta, que chama-se "identidade cultural". Quando estive na Europa em 1998, durante as comemorações do 37th Salão Internacional de Knokke-Heist, na Bélgica, pude observar que mais de 90% dos cartunistas locais ou de outros países que por lá estavam, tinham mais de 40 ( quarenta ) anos e muitos deles eram de países que viveram durante muito tempo sob situações como as citadas acima. O que faz com que eles projetem nos cartuns suas ideologias. Logo, se qualquer desenho tem dentre suas finalidades a promoção de questionamentos sociais e políticos, na verdade são charges ( pelo menos é isso que temos como definição de charge em qualquer lugar) . Aqui no Brasil, cartunistas como Ziraldo, Henfil, Lapi, Jaguar e outros tantos que participavam do PASQUIM desenvolviam desenhos de humor tão politizados quanto àqueles que europeus, asiáticos, cubanos, palestinos fazem atualmente. O que era perfeitamente pertinente devido às suas experiências. Só que hoje, muitos cartunistas que nàquela época eram estudantes universitários, militantes políticos e começavam a formar opiniões, atribuem premiações aos cartuns com contextos políticos ou non sense nos salões atuais. Deveriam levar em conta que, a maioria dos cartunistas que participam hoje dos salões de humor no Brasil tem menos de 40 ( quarenta ) anos e que eram crianças ou pré-adolescentes na última década da ditadura militar. Essa geração ( da qual eu faço parte ) sabe fazer o cartum voltado apenas para o riso, a piada gratuita, a sacanagem ... cartum mesmo! Mas aí vemos cartuns políticos sendo premiados em salões como Carioca e Piracicaba ( como o cartum que ilustra esse post ), que são referências para qualquer cartunista. E aí nos perguntamos: _ Se os outros estão certos e nós estamos errados, vamos tentar fazer como eles. E aí, nessa revisão de conceitos, perdemos nossa identidade. Dessa maneira, penso que seja muito cômodo atribuir aos cartunistas brasileiros a falta de “senso de humor”. Já que são as próprias comissões julgadoras vitalícias ( compostas também por cartunistas ) que julgam os trabalhos nos salões e que promovem essa crise de identidade no cartum nacional.
É isso.
sábado, 17 de outubro de 2009
TEM CADA UMA...

Essa semana postei dois tópicos que me proporcionaram “chamadas de atenção” por parte de alguns companheiros de profissão. Os argumentos usados pelos meus “amigos” eram os seguintes: _ Você não pode ensinar as técnicas assim. Ou ainda: _ Quem tiver acesso ao teu blog vai acabar querendo fazer.
Oras, que graça tem em saber algo e não compartilhar? Esse fato me fez relembrar de um tempo quando eu era um menino inseguro do que fazia e todas as vezes em que eu ia desenhar e alguém se aproximava para ver, eu colocava a mão protegendo e inclinava o corpo para impossibilitar a visão da pessoa curiosa. O tempo passou e o pouco que eu aprendi, aprendo ou descubro, faço questão de compartilhar com as demais pessoas sim. O fato de compartilhar algo com alguém não significa que as pessoas desenvolvam qualquer poposta, mas o conhecimento irá promover desenvolvimento e descobertas, bem como novas trocas de informações.
Durante a década de 1990, havia um cartunista aqui no Rio de Janeiro que era premiado em diversos salões de humor, devido ao fato de receber informativos impressos sobre os concursos e não compartilhar com os demais cartunistas. Nesse mesmo período, o médico gaúcho Ronaldo Cunha Dias ( um dos cartunistas mais premiados no mundo ) que também recebia os mesmos informativos, entendeu que o compartilhamento d as informações seria fundamental para o desenvolvimento e o surgimento de novos cartunistas. Assim, através de pacotes repletos de recortes, regulamentos, livros e desenhos originais enviados pelos Correios, cartunistas do Brasil e do exterior criavam A REDE. Dela participavam cartunistas como: Ronaldo, Érico, Ulisses, Arionauro, J. Bosco, Waldez, Rildo Brasil, Sérgio Más, Rico e outros que hoje são consagrados no cenário nacional e internacional. Com a proposta d’A REDE, vários cartunistas também passaram a conquistar premiações e àquele cartunista que anteriormente monopolizava as informações e arrebatava algumas premiações, começava então a ter que compartilhar - mesmo contra a sua vontade - o espaço conosco.
Em seguida, com a globalização promovida pelo advento da internet, as possibilidades do monopólio informativo se tornava cada vez mais impossível e por incrível que possa parecer, àquele cartunista que anos atrás “segurava” as informações para si, deixava de arrebatar prêmios e passou a fazer a manutenção de seu nome graças às conquistas daquele período em que ele podia exercer seu egoismo.
Lembro-me que, durante a década de 1980, quando eu ia à redação do Jornal do Brasil, para ver como os ilustradores trabalhavam, Ique, Liberatti, Aliedo e outros eram super atenciosos e davam dicas de como elaborar as charges e as caricaturas. O Ique, além das dicas ainda me deu alguns materiais como penas e papéis importados.
No início da década de 1990, quando conheci o mestre Zé Graúna, ele compartilhava absolutamente tudo referente ao desenho de humor. Fato que fez com que eu hoje entenda que o compartilhamento de idéias é fundamental para o desenvolvimento de qualquer pessoa que tenha interesse.
Em 1993, eu ia à redação do Jornal O Dia sempre que tinha oportunidade. Na editoria de artes eu passava horas vendo como o Gil elaborava suas caricaturas, sua distorções inimitáveis, o domínio da “ecoline” , suas esculturas e sua versatilidade com os mais variados materiais. Eu desejava que o tempo congelasse para não ter que voltar para casa. Além do Gil, Ary Moraes, Alvim, Leonardo, Vilanova, Ykenga e Janey sempre dispostos a ensinar alguma coisa, mesmo em meio às suas atribuições. No ano seguinte, como se o fato debuscar informações jaó não fosse bastante, o cartunista Gil indicou meu nome para cobrir suas férias no jornal que naquele ano era o de maior circulação. Conheci Armindo Blanco, Inavir Yazbeck e outros profissionais excepcionais na redação. E todos sempre solícitos e prestativos.
No final da década de 1990, tive o privilégio de dividir mesa na editoria de artes no Jornal Lance, com o genial Mário Alberto e meu ídolo Ique. Sempre sendo auxiliado pelo compartilhamento de informações desses artistas que tenho admiração e gratidão por todos.
Acredito que os argumentos acima, dentre tantos outros que me possibilitariam escrever um livro, são suficientes para eu acreditar que o compartilhamento de informações é tão importante para os outros como é para mim. Não sei se vou conseguir, mas àquilo que eu aprendi, aprendo e aprenderei, se possível for, compartilharei com quem se interessar.
Muito obrigado aos artistas que jamais colocaram a mão na frente quando eu me aproximei.
Oras, que graça tem em saber algo e não compartilhar? Esse fato me fez relembrar de um tempo quando eu era um menino inseguro do que fazia e todas as vezes em que eu ia desenhar e alguém se aproximava para ver, eu colocava a mão protegendo e inclinava o corpo para impossibilitar a visão da pessoa curiosa. O tempo passou e o pouco que eu aprendi, aprendo ou descubro, faço questão de compartilhar com as demais pessoas sim. O fato de compartilhar algo com alguém não significa que as pessoas desenvolvam qualquer poposta, mas o conhecimento irá promover desenvolvimento e descobertas, bem como novas trocas de informações.
Durante a década de 1990, havia um cartunista aqui no Rio de Janeiro que era premiado em diversos salões de humor, devido ao fato de receber informativos impressos sobre os concursos e não compartilhar com os demais cartunistas. Nesse mesmo período, o médico gaúcho Ronaldo Cunha Dias ( um dos cartunistas mais premiados no mundo ) que também recebia os mesmos informativos, entendeu que o compartilhamento d as informações seria fundamental para o desenvolvimento e o surgimento de novos cartunistas. Assim, através de pacotes repletos de recortes, regulamentos, livros e desenhos originais enviados pelos Correios, cartunistas do Brasil e do exterior criavam A REDE. Dela participavam cartunistas como: Ronaldo, Érico, Ulisses, Arionauro, J. Bosco, Waldez, Rildo Brasil, Sérgio Más, Rico e outros que hoje são consagrados no cenário nacional e internacional. Com a proposta d’A REDE, vários cartunistas também passaram a conquistar premiações e àquele cartunista que anteriormente monopolizava as informações e arrebatava algumas premiações, começava então a ter que compartilhar - mesmo contra a sua vontade - o espaço conosco.
Em seguida, com a globalização promovida pelo advento da internet, as possibilidades do monopólio informativo se tornava cada vez mais impossível e por incrível que possa parecer, àquele cartunista que anos atrás “segurava” as informações para si, deixava de arrebatar prêmios e passou a fazer a manutenção de seu nome graças às conquistas daquele período em que ele podia exercer seu egoismo.
Lembro-me que, durante a década de 1980, quando eu ia à redação do Jornal do Brasil, para ver como os ilustradores trabalhavam, Ique, Liberatti, Aliedo e outros eram super atenciosos e davam dicas de como elaborar as charges e as caricaturas. O Ique, além das dicas ainda me deu alguns materiais como penas e papéis importados.
No início da década de 1990, quando conheci o mestre Zé Graúna, ele compartilhava absolutamente tudo referente ao desenho de humor. Fato que fez com que eu hoje entenda que o compartilhamento de idéias é fundamental para o desenvolvimento de qualquer pessoa que tenha interesse.
Em 1993, eu ia à redação do Jornal O Dia sempre que tinha oportunidade. Na editoria de artes eu passava horas vendo como o Gil elaborava suas caricaturas, sua distorções inimitáveis, o domínio da “ecoline” , suas esculturas e sua versatilidade com os mais variados materiais. Eu desejava que o tempo congelasse para não ter que voltar para casa. Além do Gil, Ary Moraes, Alvim, Leonardo, Vilanova, Ykenga e Janey sempre dispostos a ensinar alguma coisa, mesmo em meio às suas atribuições. No ano seguinte, como se o fato debuscar informações jaó não fosse bastante, o cartunista Gil indicou meu nome para cobrir suas férias no jornal que naquele ano era o de maior circulação. Conheci Armindo Blanco, Inavir Yazbeck e outros profissionais excepcionais na redação. E todos sempre solícitos e prestativos.
No final da década de 1990, tive o privilégio de dividir mesa na editoria de artes no Jornal Lance, com o genial Mário Alberto e meu ídolo Ique. Sempre sendo auxiliado pelo compartilhamento de informações desses artistas que tenho admiração e gratidão por todos.
Acredito que os argumentos acima, dentre tantos outros que me possibilitariam escrever um livro, são suficientes para eu acreditar que o compartilhamento de informações é tão importante para os outros como é para mim. Não sei se vou conseguir, mas àquilo que eu aprendi, aprendo e aprenderei, se possível for, compartilharei com quem se interessar.
Muito obrigado aos artistas que jamais colocaram a mão na frente quando eu me aproximei.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
MUITO OBRIGADO! THANKS!

Muito obrigado aos amigos e curiosos que visitam este blog diariamente. Infelizmente não tenho o endereço de cada um para fazê-lo individualmente. Assim, agradeço a todos pelo carinho e pela presença no blog. Abraços e obrigado!
Many thanks to friends and curious who visit this blog daily. Unfortunately I have the address of each one to do it individually. So thank you all for your love and presence in the blog. Hugs and thanks!
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