CARICATURAS AO VIVO EM FESTAS OU EVENTOS PARTICULARES, PROMOCIONAIS OU CORPORATIVOS

CARICATURAS AO VIVO EM FESTAS OU EVENTOS PARTICULARES, PROMOCIONAIS OU CORPORATIVOS
Procedimento: Após a contratação do serviço, o cliente deve efetuar o depósito referente a 50% (agendamento) do valor acordado pelas partes, na seguinte conta: JOAO CARLOS MATIAS DO NASCIMENTO Banco: CAIXA Agência: 3825 Local: ARMAÇÃO DOS BÚZIOS/RJ Conta: 013 00006663-5 " E ENVIAR O COMPROVANTE PARA O E-MAIL: cartunistacarioca@hotmail.com O valor restante (50%) deverá ser pago em "CASH" na apresentação/entrega do serviço. Caso seja evento de CARICATURAS AO VIVO, os 50% referente à entrega do serviço deverá ser pago "NA CHEGADA CHEGADA AO EVENTO", uma vez que, por conta de experiências anteriores, alguns clientes pagavam em cheque ou pelo fato de eu ter que esperar o final do evento para receber e os contratantes excediam o tempo limite de 04hs. PARA EVENTOS EM OUTROS MUNICÍPIOS/ESTADOS: Caberá ao contratante o pagamento referente ao deslocamento, alimentação e estadia (valores inclusos nos 50% do agendamento).

quinta-feira, 8 de julho de 2010

SORRIALENGO - Estúdio de Desenho e Pintura

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Em funçao de viagem e dos desenvolvimentos necessários para o início das atividades no atellier, meu tempo tem sido muito curto. Ontem por exemplo, pensei em fazer uma charge com o goleiro Bruno, com cara de assustado e o símbolo da justiça, com ar de intrigada, como os cachorros que apareçem no filme A Dama & o Vagabundo (Disney) chupando o macarrão. Pensei, fiz uns estudos, mas não tive tempo de finalizá-los.
Hoje, o pouco tempo que tive livre, fiz uma releitura da logomarca do Estúdio Sorrialengo.
Agradeço as visitas e os comentários de todos.
Abraços

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PALAVRAS QUE SALVAM SORRISOS

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Recebi um comentário do companheiro Jota A, onde ele diz sobre o desabafo que faz textualmente, em relação ao Salão Internacional do Piaui.
Fui ao blog http://jota-a.blogspot.com/ dele, li o texto, trouxe aqui para o blog porque acredito que valha muito à pena a leitura, a releitura, a divulgação e a reflexão do texto.
A análise do texto se torna mais necessária, pelo fato de ser o Jota A., um dos cartunistas mais premiados do Brasil e do mundo, em várias categorias e por diversas oportunidades. Estes argumentos já seriam fortes suficientes para que qualquer manifestação do cartunista tivesse respaldo. Mas além deles, há o argumento de que o Jota A. é o maior representante do cartum piauiense no cenário nacional e internacional.

O texto é o seguinte:

"DESABAFO"

Eu me considero uma cria do salão de Humor do Piauí. Foi graça a ele que puder conhecer os trabalhos dos maiores cartunistas do mundo e também conhecer pessoalmente os grandes artistas brasileiro como Dálcio, Amorim, Solda, Biratan, Jaguar, Ziraldo, Gualberto, Jal, Edu Grosso, Simanca, Fred, Samuca, Lin, Mascaro, Érico entre outros. Nos últimos anos o salão entrou em franca decadência culminando nessa última edição onde o salão aconteceu e “ninguém viu”! Reconheço a dedicação do meu amigo Albert Piauí nessa luta de levar o salão adiante, mas o salão precisa mudar radicalmente sua proposta de atuação ou terminará de morrer. Para mim o maior problema do salão é de coordenação. Só para que os meus 2 ou 3 leitores tenham idéia da gravidade da situação, o salão começou, terminou e nunca foi divulgado a relação do artista premiado! Para mim isso é o maior desrespeito que um salão pode ter em relação a quem gasta tempo, papel e tinta enviando trabalhos e não tem sequer um comunicado explicando o porque disso. Alguns cartunistas aqui de Teresina e alguns de fora do Estado como o Mello e o Izidro me perguntaram sobre o resultado do salão.
Passei os últimos dias buscando uma explicação. Liguei para o Albert (86-99881833 begin_of_the_skype_highlighting 86-99881833 end_of_the_skype_highlighting), enviei e-mails (27salaodohumor@gmail.com/ albertpiaui@hotmail.com), acessei o site do evento (www.salaodehumordopiaui.com.br ) e nada! não obtive resposta, ninguém me respondeu!! Pior que isso só ganhar e não receber o prêmio. Aliás, devido a essas incertezas em relação ao salão de humor, costuma-se falar por aqui que o salão dá sempre duas grandes alegrias ao premiado. Na hora que ele recebe a notícia do prêmio e no ANO que ele recebe esse prêmio. Seria engraçado se não fosse trágico!
Não cabe a mim enumerar todos os defeitos da organização do salão e nem é minha intenção fazer isso, já que não vivo o seu dia-a-dia. De minha parte fiz tudo o que julguei necessário: divulguei o regulamento do salão por duas vezes na meia página que publico aos domingo no jornal O Dia. Enviei os meus trabalhos ao salão. Fui à abertura e dei um abraço aos amigos cartunistas que vieram de outros estados: Solda e Vera, Érico, Reinaldo Soares, Paixão, Dino e Paulo Urso. Mas o que fazer para que o salão volte à vida? primeiramente, um resgate da credibilidade do salão entre os artistas que dele um dia participaram. Atrações que levem o povo à abertura do salão, já que a última tinha pouco mais de uma dezena de pessoas. Aumento das categorias do salão. (antes era cartum, charge e caricatura além de um prêmio temático. Hoje existe apenas um prêmio para um cartum temático). Com apenas um prêmio diminui a participação dos artistas, pois as chances são menores já que é um prêmio para “todo mundo”! Divulgação: sem saber que o salão está acontecendo como eu posso participar? Acredito que o Salão de Humor não é de apenas uma dúzia de pessoas e sim de todos aqueles que gostam dele. Acho também que o salão ainda pode sair da UTI em que se encontra, reformulado e tratando os cartunistas com respeito. Acho que uma das saída para o salão pode ser voltar a ser realizado pelo Governo do Estado. Inclusive, como acontece com o salão de Piracicaba, pode ser criado uma lei onde a verba do evento estaria no orçamento da cidade. Ao menos isso seria uma garatia de que os prêmios seriam pagos e acabaria esse lenga-lenga de todo ano de que o salão não tem patrocínio. Vida longa ao Salão de Humor do Piauí!

Jota A.

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Para mim é muito bom ver cartunistas do nível do Jota A. expondo a sua opinião sobre salão de humor, já que é um assunto que o cartunista domina.
Se outros cartunistas, em outras oportunidades tivessem gritado: _ Cuidado! Muitos outros salões ainda estariam acontecendo.
É pena que a grande maioria, quando percebe que o perigo se aproxima, dão as costas.

Parabéns Jota A.!

OBRIGADO PELA COMPANHIA

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(SP) Valeu pela companhia de todos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

S.O.S. SALÕES DE HUMOR

As entidades que se dizem promotoras das causas dos cartunistas, assim como os portais que abordam assuntos pertinentes da área ( ou pelo menos criam produtos e fazem marketing sobre o desenho de humor ), bem que poderiam auxiliar o Salão Internacional do Piauí na divulgação dos resultados e na sua reconstrução. Ou será que só os assuntos Zetti e Irancartoon viraram causas nobres? O resgate de salões tão importantes no cenário nacional, como o Salão Carioca de Humor e Salão Internacional do Piauí, podem ficar para depois?
Nem um "manifesto" ou "burburinho" em prol destes salões?
Ao que me parece, abandonaram o Albert no meio de um oceano revolto sob nuvens de problemas, num barco furado e... com dois palitos de dentes, para remar bastante.
E quanto ao Salão Carioca de Humor, podem escrever aí... Em 2013, aparecerão entidades e portais querendo desenvolver "várias" exposições, salões, palestras e o escambau, para que o marketing durante a Fifa Word Cup 2014 dê um bom retorno.
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Depois ainda dizem que "Cariocas são malandros".
Já já a política café-com-leite do cartum retoma as rédeas por aqui e passaremos mais 10 anos só observando.

JORNAL DA ABI

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Estas são 3 páginas do Jornal da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), n° 353, com artigo assinado por Paulo Chico. A matéria é referente ao assunto proposto pelo Mestre Zé Graúna em seu blog, escrito em 29/03/2010, (http://zerobertograuna.blogspot.com/2010/03/uma-caricatura-por-uma-gorjeta.html) sobre uma editora carioca que paga R$ 35,00 por uma caricatura.

Quando fui convidado pelo jornalista Paulo Chico para participar desta matéria, me senti bem a vontade para emitir as minhas opiniões, já que fui colaborador da empresa (na década de 1990) e decidi não mais ser, tendo como argumentos a falta de respeito e a desvalorização profissional propostos pela editora.
Lembro-me que em 1998, em uma conversa com o editor, eu disse o quanto me causava desgaste àquela situação. Ele então disse: _ Você é profissional... Precisamos de você. E eu respondi: _ Não tenho o menor interesse em trabalhar com uma empresa que precisa de profissionais e os valoriza como amadores. Em seguida desliguei o telefone e até hoje, penso que foi a minha melhor atitude em relação àquela empresa.
Muitos companheiros de profissão - alguns amigos - ainda prestam serviços para a editora, até os dias de hoje. E cada vez aparecem novos ilustradores e cartunistas, disputando espaço nas capas e paginas das revistas e livros da mesma editora.
Em relação a este assunto, eu não acredito que a dinâmica irá mudar. De qualquer forma, as páginas do Jornal da ABI estão à disposição nesta postagem, com a opinião de outros companheiros e a minha.
Valeu Zé! Valeu Paulo Chico! Parabéns ao Jornal da ABI pela iniciativa em promover o assunto e a reflexão sobre o assunto.
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Abaixo, estou publicando as perguntas que me foram feitas e as minhas respostas sobre o assunto, na íntegra.

* Como resume o mercado atual para ilustradores?
1 ) A visão de mercado que tenho hoje é a de amplitude e desenvolvimento. Existe a questão da "lei da procura" que é infinitamente superior à "lei da oferta". E, muitas das vezes, o mesmo cartunista que publica aqui, independente do quanto ganha, quer ganhar lá e não satisfeito, quer acolá também. E quase sempre são os mesmos, querendo abraçar o mundo com as pernas.
Geralmente, são esses que não se importam o quanto existe o sentido de desvalorização ou não em relação ao seu trabalho. Ele quer ganhar. E se o "ganhar" significa fazer 1000 ilustrações, sendo o valor de R$1,00 por cada imagem, ele fará.

* Já prestou serviços para a Ediouro? A prática citada pelo Graúna, feita pela Ediouro, se repete em outras editoras? O desprestígio dos ilustradores é geral?
2 ) Trabalhei na Ediouro entre 1997 e 1998. Em dia de pagamento e entrega de material, encontrava por lá além dos cartunistas freelas, alguns que tinham seus espaços dentro de jornais conceituados. E sempre que chegava alguém mais novo, argumentava o seguinte: _ Se fulano de tal, que publica em jornal e é conceituado no mercado, se sujeita aos preços pagos pela empresa... Por qual motivo eu não vou aceitar?
Ao meu ver, existe sim o desprestígio tanto por parte de algumas empresas, quanto por parte de alguns companheiros de profissão. Mas também existem empresas que valorizam o trabalho do ilustrador.

* O que levou a tamanha desvalorização das ilustrações em livros, e tb em jornais?
3 ) Vários fatores. Dentre eles, a subserviência de alguns companheiros, que aceitaram as regras impostas por algumas empresas, que avaliam a posição do ilustrador como o step do clip art.

* Como reverter esse quadro e valorizar os artistas?
4 ) Começando pelos próprios artistas. Valorizando-se mais na hora em que receber uma porposta de alguma empresa.
Para alguns, não interessa se eles criam a cultura de desvalorização. Ele ganha pouco em determinada empresa e muito em outra.

* Há quem desenhe por qualquer tostão, sem valorizar a própria produção. Essa aliás, foi uma das críticas feitas pelo Graúna à própria classe. Como vê essa questão? Como deve portar-se o profissional diante de tantas dificuldades e exploração?
5 ) Com certeza! Eu os chamo de "prostitutos do traço". Qualquer "agrado" já garante o serviço.
Vejo como um retrocesso a posição passiva ou de mendicância a qual muitos companheiros se sujeitam e promovem em relação aos demais, por conta de seus interesses.
Como já ouvi dizer: _ É pouco mas já dá para tomar umas cinco geladas!
Como devem se comportar? Da mesma forma que qualquer profissional de outra área se comporta... valorizando-se!

* Quais são suas ocupações hj? Desenha para quem? Por vezes, é difícil sustentar-se como ilustrador? (temos o caso do Trimano, de quem faremos um perfil especial nesta mesma edição do Jornal da ABI)
6 ) Sou responsável (juntamente com o cartunista Ray Costa) pelo Projeto Sorrialengo. Onde atendemos crianças jovens e adultos, utilizando a linguagem da ilustração e do desenho de humor para promover o desenvolvimento dos mesmos junto às suas comunidades. Trata-se de um projeto gratuito, onde sustentamos com àquilo que ganhamos nas premiações de salões de humor e prestações de serviços para empresas.
Ao invés de dedicarmos nosso tempo e conhecimentos técnicos por "gorjetas de empresas milionárias", preferimos promover o conhecimento de graça ( há mais de 10 anos ) para quem realmente precisa.
Prestamos serviços para algumas empresas privadas e pessoas físicas, que nos contratam para que desenvolvamos propostas de ilustrações.
É difícil a sustentação como ilustrador sim. Porque além de algumas empresas que desrespeitam a classe, alguns companheiros de profissão também o fazem, promovendo a concorrência desleal, muitas vezes em troca de qualquer "agrado".
É isso!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

PRAGMATISMO

Hoje quero compartilhar apenas traços filosóficos.

Apesar de já ter elaborado alguns desenhos no dia de hoje, alguns fatos me nortearam - pelo menos por hora - em sentido à reflexão.

Religião, insegurança, medos e outras escolhas do ser humano - que ainda me surpreendem -, de vez em quando me fazem buscar explicações na psicologia ou na filosofia.
Assim sendo, hoje estou mergulhado na teoria segundo a qual a função essencial da inteligência não é fazer-nos conhecer as coisas, mas permitir a nossa acção sobre elas (H. Bergson, filósofo francês, 1859-1941; W. James, filósofo americano, 1842-1910; E. le Roy, filósofo francês, 1870-1954); E também na teoria segundo a qual a verdade de uma ideia reside na sua utilidade, definindo-se pelo seu êxito (W. James, filósofo americano, 1842-1910; J. Dewey, filósofo americano, 1859-1952);

Hoje meu mergulho é em mim mesmo.
Abraços

OBSERVANDO A VIDA (AFTER DAY)

"O ser humano me encanta, tanto quanto me intriga."

Vida que segue